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Cada vez mais cresce no mundo a ânsia por modelos de terapias holísticas que promovam a saúde de maneira integral, evitando as doenças ao invés de simplesmente tratá-las. Não somente em relação às monografias, ou a qualquer TCC de Medicina, mas no geral, todo aluno de Medicina deve estar preparado para enxergar o corpo humano como uma máquina muito mais complexa do que um simples conjunto de células. Assim, a Oligoterapia pode servir como excelente tema para sua monografia, de maneira que permite demonstrar seus conhecimentos e sua capacidade de agir mais de acordo com o novo milênio. A Medicina Funcional engloba procedimentos cujo princípio reitor último, tanto no diagnóstico como no terapêutico, é a integridade do biossistema humano. Utiliza substâncias que se originam nos processos vitais e procedimentos que se orientam às funções da vida. Promove a restituição, compensação e substituição para reforçar os processos vitais. Seu princípio é atuar "para" e não "contra". Predomina nela um princípio construtivo e não substitutivo, com a adoção de medidas preventivas para a manutenção da saúde e a regulação da capacidade espontânea de auto-cura. O procedimento terapêutico tem como objetivo restabelecer as funções e para isso tem como princípios:
As características destas terapias são:
A oligoterapia é o que chamamos uma medicina do terreno e se baseia no uso dos oligoelementos, que são elementos minerais presentes em nosso organismo em concentrações muito baixas, mas essenciais para o correto funcionamento das reações metabólicas de nosso organismo. Sua principal função é a de catalisar reações químicas, isto é, facilitam o trabalho das enzimas, que são as encarregadas de realizar tais reações, cujo conjunto constitui o metabolismo de nosso corpo. Uma infinidade de causas pode alterar o correto funcionamento de nosso metabolismo, composto por infinidade de reações enzimáticas em corrente em cada célula de nosso corpo e que têm suas particularidades em cada um de nós. Estas particularidades metabólicas juntamente com o resto de fatores biológicos e psíquicos que nos definem, fazem com que uma pessoa tenha mais ou menos facilidade para viver no meio que o rodeia, isto é, mais ou menos facilidade para manter-se sadio ou para adoecer e poder recuperar-se. Todo este conjunto define o que chamamos terreno individual. Segundo nosso terreno teremos certas características genéricas como por exemplo a tendência a sofrer determinadas doenças. (NIEPER, 1993) Como unidade biopsicossocial que somos, estamos continuamente interagindo e procurando um equilíbrio que em condições ideais é a saúde em seu sentido mais amplo. Quando nossos sistemas de regulação funcionam corretamente se diz que estamos num estado de compensação. Quando, pelo contrário, nossos sistemas de regulação são incapazes de recobrar o estado de equilíbrio adequado, entramos num estado de descompensação onde aparecerão sintomas tanto físicos como psíquicos condicionados também por nosso terreno individual. Este conjunto de sintomas definirá o que chamaremos patologia funcional, dentro da qual podemos definir quatro grandes síndromes, cada um dos quais é tratado com um ou vários oligoelementos associados:
Em que nos pode ajudar Ao contribuir os oligoelementos catalíticos correspondentes, fazemos com que os sistemas de regulação funcionem melhor, permitindo assim a recuperação do equilíbrio para um estado de compensação, isto é de saúde. Este é o momento onde os oligoelementos são mais efetivos. (GUILLÉ, 1990) No caso em que não fizéssemos nada, o desequilíbrio funcional evoluiria para a aparição de uma patologia orgânica (com alteração de estruturas de nosso corpo), onde podemos diferenciar duas fases: inicialmente entraríamos num estado lesional reversível, onde os oligoelementos ainda têm capacidade resolutiva, e se segue o desequilíbrio, depois apareceria um estado lesional irreversível, no qual o papel dos oligoelementos já é limitado (unicamente como coadjuvante em certos momentos de outras terapias mais contundentes). Uma valoração prévia do terapeuta nos dará uma idéia das possibilidades reais desta terapia em cada caso. Em conclusão, ao tratar a oligoterapia as bases do início da doença e as tendências a adoecer ou pontos débeis da pessoa esta é mais efetiva quanto mais próxima da alteração funcional nos encontremos. Ao tratar a uma pessoa, devemos tratar a síndrome em que se encontra nesse momento (pode variar ao longo da vida) e ademais adicionaremos outros oligoelementos em função da patologia concreta que tenha. Em ocasiões é necessário mudar algum oligoelemento segundo seja a evolução da pessoa. (CHOPRA, 1990) E não se esqueça: na necessidade de obter monografias sobre um determinado tema, não hesite em entrar em contato com a Monografia Alpha.Monografia transtornos alimentares |